Mais de 150 anos separam Andrew Taylor Still da osteopatia praticada hoje em clínicas por todo o país.
Andrew Taylor Still era médico no Kansas, EUA, quando perdeu três filhos para uma epidemia de meningite em 1864. Frustrado com os limites da medicina de sua época, passou a estudar anatomia de forma obsessiva, buscando um sistema de tratamento baseado na estrutura do corpo e na sua capacidade natural de se curar.
Em 22 de junho de 1874, Still apresentou publicamente seus princípios — data considerada o nascimento da osteopatia.
Still funda a American School of Osteopathy, a primeira escola formal de osteopatia do mundo, reunindo os primeiros praticantes formados oficialmente na técnica.
Dali sairiam os osteopatas que, décadas depois, levariam a prática para fora dos Estados Unidos.
"Encontre a lesão, corrija-a, e deixe a natureza fazer o resto."
Propõe um sistema centrado na anatomia, na mobilidade e na capacidade natural de cura do corpo.
Primeira escola formal de osteopatia do mundo, criada pelo próprio Still.
Graduados de Kirksville levam a prática ao Reino Unido, onde é fundada a British School of Osteopathy.
Do Reino Unido, a osteopatia se espalha pela Europa, dando origem a uma tradição própria, distinta da via médica norte-americana — na Europa, o osteopata segue uma formação específica em manipulação, sem se tornar médico.
Profissionais formados no exterior começam a introduzir a osteopatia na prática clínica brasileira.
Cursos de pós-graduação tipo II passam a formar fisioterapeutas na especialidade em território nacional.
O COFFITO estabelece os primeiros parâmetros para a prática da osteopatia por fisioterapeutas no Brasil.
Reconhece formalmente a Especialidade Profissional em Osteopatia dentro da fisioterapia, com exigências de carga horária e prova de título.
Milhares de fisioterapeutas-osteopatas atuam em todo o Brasil, com reconhecimento cada vez maior entre pacientes e profissionais de saúde.